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POLÍCIAS MANIFESTAM-SE A 28 DE JUNHO

26 de Maio de 2017

           

      No passado dia 20 de Abril, a Associação Sindical dos Profissionais da Polícia – ASPP/PSP – entregou um documento ao Primeiro-Ministro onde constavam um conjunto de reivindicações essenciais para os Polícias e para a qualidade do serviço prestado pela Instituição.

Foram várias as centenas de Polícias que quiseram fazer parte desse momento e acompanharam a delegação da ASPP/PSP até São Bento, com a esperança de que o Primeiro-Ministro daria a devida importância aos problemas mencionados. Na mesma altura, foi transmitido à opinião pública que os Polícias só esperariam até ao início do mês de Junho. No entanto, até hoje, nada foi comunicado e as questões continuam por resolver.

O Governo não pode tratar assim os Profissionais da Polícia. Não pode afirmar-se preocupado e nada fazer para resolver questões fulcrais que dizem respeito aos polícias e à PSP. 

O Governo não pode deixar, num momento delicado em matéria de segurança europeia, que os problemas se agravem e a instabilidade se apodere de uma Instituição central no equilíbrio da segurança do país. 

Nesse sentido, e porque a tutela demonstrou que não pretende ouvir os Polícias, a ASPP/PSP cumprirá o deliberado em Assembleia Geral e irá realizar uma Manifestação Nacional a 28 de Junho, em Lisboa, no sentido de os Polícias manifestarem a sua indignação pela forma como são tratados por este Governo e exigirem respostas concretas às suas reivindicações.

A DIREÇÃO DA ASPP/PSP

 

Conferência "Sindicalismo em democracia", promovida pela ASPP/PSP, no âmbio das comemorações do dia 21/04/2017 "Secos e Molhados", com as intervenções de Geert Priem (secretário-geral do CESP, Gerard Greneron (Membro honorário do CESP, Dr. Carvalho da Silva (ex-secretário -geral da CGTP), da Inspectora do IGAI, Dr, Margarida Blasco e Dr. Licínio Lopes, professor universitário.

 

 

Intervenção Gerard Greneron

 

Intervenção Geert Priem -Secretário geral CESP

 

CONVOCATÓRIA

ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA

 

Dia 20 de Abril de 2017, às 16.00 horas

 

Ao abrigo da alínea c) do n.º 1 do Art.º 25º dos Estatutos, convoco todos os sócios da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia – ASPP/PSP, para a Reunião Ordinária da Assembleia Geral, a realizar no dia 20 de Abril de 2017, pelas 16.00 horas, no Auditório da Fundação D. Pedro IV, sito na Av. D. Carlos I, n.º 124 - J, em Lisboa, (próximo da Assembleia da República) com a seguinte

ORDEM DE TRABALHOS

 

- Aprovação do Relatório e Contas do ano de 2016 e do Parecer do Conselho Fiscal.

 

Nota: Se à hora marcada não estiver presente a maioria dos associados, a Assembleia reunirá, em segunda convocatória, meia hora depois da hora marcada, qualquer que seja o número de sócios presentes.

 

Lisboa, 20 de Março de 2017

 

O Presidente da Mesa da Assembleia Geral

 

Luís Martins Barroso

 

Intervenção ASPP/PSP - audição sobre Lei Sindical-21/03/2017 
Audição parlamentar dos sindicatos da PSP para auscultação sobre a proposta de alteração à lei sindical . Excerto da audição com as declarações do presidente da ASPP/PSP, Paulo Rodrigues

Boasfestas

 

Mensagem do Presidente

Durante o ano que termina, como é recorrente, vivemos numa azáfama permanente, seja pela particular missão que arrasta naturalmente a nossa vida familiar, seja pelo contexto político e económico que tem vindo a reduzir consideravelmente a nossa qualidade de vida. Por vezes, esta azáfama desvia-nos do mais importante da nossa vida.

 

Trabalhamos cada vez mais, porque nos exigem cada vez mais números, sem qualquer compensação, olhamos para o nosso recibo de vencimento com cada vez mais alíneas mas com menos valor a receber, pressionam-nos a dedicar-nos de corpo e alma à Instituição, mas, quando temos dúvidas ou cometemos um lapso, não se coíbem de nos punir. Exigem-nos qualidade no trabalho que realizamos mas não nos dão o mínimo para o podermos desempenhar. Dizem que temos de cumprir escrupulosamente com as regras, mas atropelam consecutivamente a legislação quando a sua aplicação nos traria benefícios. Pedem-nos compreensão mas todos os dias nos viram as costas. Sentimos que as nossas expectativas foram goradas, que o nosso futuro é negro e que o contexto económico tem servido de argumento para não nos fazer justiça. Tudo isto é o reflexo do que aguentamos todos os dias. Mesmo assim, vamo-nos apercebendo que ninguém nos ouve, desconfiamos de tudo e de todos, não só por ser uma característica necessária na nossa profissão, mas porque todos os dias nos deparamos com atropelos aos nossos direitos.

 

Revoltados com tudo e com todos, por vezes até connosco ou com os que menos culpa têm das nossas agruras, chateados com a instituição, com os políticos, com o País e até com o mundo porque está aquém da nossa expectativa é um estado de espírito já natural. Este é infelizmente o nosso quotidiano.

 

Mas aqui chegados, a este período que faz sobressair o melhor que há em nós, todos devemos e merecemos um momento de acalmia e reflexão. Porque a nossa vida merece mais, porque a nossa família e amigos merecem mais e porque nós somos mais do que pessimismo. E em qualquer momento seremos aquilo que quisermos e basta queremos para que a união, a coesão o espírito de camaradagem ou a interajuda sejam uma certeza no combate diário durante o próximo ano.

 

Somos polícias, temos esta antiga mas nobre missão pública, porque um dia o desejámos, porque sabemos o quão importantes somos para a sociedade, porque sabemos que a uma determinada hora do dia ou da noite alguém só poderá contar connosco. E seremos os únicos que lá marcaremos presença.

 

Em meu nome e da Direção da ASPP/PSP, desejamos a todos umas Boas Festas e um Ano de 2017 que se distinga pela concretização das expectativas.

 

Paulo Rodrigues Presidente da ASPP/PSP

 

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