INFORMAÇÃO AOS ASSOCIADOS

21 de fevereiro de 2018

Informamos os nossos associados que, na sequência das diversas iniciativas levadas a efeito pela ASPP/PSP, onde se inclui a realizada ontem que culminou com a entrega de uma Moção, após a sua aprovação por unanimidade no Encontro Nacional das Forças de Segurança e Militares, que teve lugar em Lisboa, foi hoje comunicado pelo gabinete do Ministério da Administração Interna, o agendamento de uma reunião com o MAI no próximo dia 7 de Março.

Também em consequência destas ações, foi agendado pelo Grupo Parlamentar do CDS-PP, um debate parlamentar na Assembleia da República, a ter lugar amanhã, sobre o descontentamento que vem sendo sentido nas forças de segurança.

Todas a lutas revestem-se da importância que lhes queremos dar. Importante é nelas participarmos para lhes dar a importância que pretendemos que tenham.

 

UNIDOS EM DEFESA DA NOSSA DIGNIDADE!

 

A DIREÇÃO DA ASPP/PSP

Moção Conjunta entregue na residência oficial do Primeiro Ministro - DOWNLOAD

 

INFORMAÇÃO AOS ASSOCIADOS


Plano de Seguros

30 de janeiro de 2018

Associação Sindical dos Profissionais da Polícia – ASPP/PSP – informa os seus Associados que os planos de seguros disponibilizados sofrerão alterações.

Após análise qualitativa aos planos de seguros existentes, denominados por “Plano A” e “Plano Complementar”, atualmente assegurados pela companhia Vitória-Seguros, constatou-se que já não dão respostas adequadas às necessidades dos Associados.

Nesse sentido, a ASPP/PSP fará um levantamento das principais carências, agradecendo desde já toda a ajuda e participação dos Associados, para, junto das companhias de seguros, encontrarmos um ou mais planos que se ajustem às expectativas de todos, onde possamos minimizar adequar eventuais alterações que a nova tabela de comparticipações da ADSE possa vir a trazer.

Assim, informamos que o “Plano A” deixará de estar disponível a partir do dia 31 de janeiro de 2018. No seguimento da prospeção de mercado, que se pretende célere, tentaremos obter uma melhor proposta das seguradoras para encontrarmos uma melhor alternativa. Informamos, no entanto, que os “Planos complementares” continuam em vigor e sem qualquer alteração.

ASPP/PSP irá desenvolver todos os esforços para que os novos acordos se celebrem com a maior celeridade e que venham suprir, de facto, as necessidades dos Associados nesta área cada vez mais importante.

A DIREÇÃO DA ASPP/PSP

 

 

informação

 

GOVERNO COM POSTURA INCOMPREENSÍVEL

 

A ASPP/PSP teve hoje conhecimento, através da comunicação social, da previsibilidade dos profissionais da segurança interna não serem enquadrados no descongelamento dos escalões que estará a ser equacionado pelo governo no próximo Orçamento do Estado.

Hoje mesmo, a ASPP/PSP vai dirigir essa questão ao governo.

A ASPP/PSP não pode acreditar que este governo esteja sequer a colocar essa possibilidade.

Seria antidemocrático, injusto e incompreensível, um governo que todos os dias pede todos os sacrifícios aos polícias venha agora a menosprezá-la em vez de olhar pelos seus direitos.


      A ASPP/PSP está determinada a elevar a luta até aos limites do possível, caso o Governo leve para a frente esta possibilidade.


      A ASPP/PSP vai solicitar reuniões aos grupos parlamentares, que são parte determinante na aprovação do próximo Orçamento do Estado, para deixar bem vincado a injustiça que poderá estar a ser cometida nos bastidores contra os profissionais da polícia.

 

30 de Março de 2017

A DIREÇÃO DA ASPP/PSP

PLACA.COMUNICADO

ASPP/PSP EXIGE MEDIDAS PARA TRAVAR VIOLÊNCIA NO FUTEBOL

04 de Abril de 2017

A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia – ASPP/PSP – fez chegar hoje ao Ministério da Administração Interna um ofício onde exige que o Governo atue no combate à violência no futebol com medidas efetivas. Também foi dado conhecimento deste documento aos grupos parlamentares.

A ASPP/PSP considera inconcebível que um desporto se tenha transformado numa espécie de cenário de guerra semanal, muitas vezes promovido e apoiado por dirigentes e representantes dos próprios clubes. É urgente que seja colocado um ponto final nesta questão, pelo que foi solicitado ao Governo e à Assembleia da República que acabem, de uma vez por todas, com a impunidade daqueles que, reiteradamente, são vistos em cenas violentas ou ao seu incitamento, através da criação de legislação adequada.

A responsabilidade dos clubes não pode continuar a confinar-se ao que acontece dentro do estádio, mas sim alargada a tudo o que envolve a segurança das claques, incluindo nos acompanhamentos que são feitos pela PSP na deslocação de e para os estádios, bem como de eventuais danos causados pelos seus membros, de agressões a Profissionais da PSP ou quaisquer outros cidadãos.

Hoje, os clubes de futebol profissional são Sociedades Anónimas Desportivas, ou seja, empresas que visam o lucro e movimentam quantias inimagináveis. No entanto, os Profissionais da Polícia continuam a ser usados gratuitamente por estas empresas e por tudo o que envolve, nos dias de hoje, um jogo de futebol. A própria PSP considera alguns dos jogos de futebol profissional como sendo de risco elevado, efetuando conferências de imprensa e dando conselhos de segurança à população. No entanto, os Profissionais da Polícia são escalados para efetuar serviço como se de um dia normal de trabalho se tratasse.

A ASPP/PSP defende que as empresas que organizam os eventos sejam responsáveis pela sua segurança, pagando, como qualquer outra, o que está estipulado na lei para utilização dos serviços dos Profissionais da Polícia nas suas horas de descanso.

A DIREÇÃO DA ASPP/PSP

INFORMAÇÃO 

Parlamento rejeita lei que enquadra a Saúde e Segurança no Trabalho na PSP

 

 

A Assembleia da República discutiu hoje um Projeto de Lei, apresentado pelo PCP, que pretendia enquadrar a Saúde e Segurança no Trabalho nas Polícias. Em Dezembro de 2016, a ASPP/PSP apresentou também uma petição sobre esta matéria.

 

Foi, por isso, com estupefação que ouvimos alguns deputados do partido do Governo, referirem, entre outros lapsos, que a Polícia já tem medicina preventiva, não sendo por isso necessária mais legislação sobre esta matéria.

 

 

Acreditando que os deputados do Partido Socialista não pretenderam enganar o Parlamento, é incompreensível que, alguém que fala em nome do partido do Governo, não conheça a realidade sobre a qual intervém, havendo Polícias com dezenas de anos de serviço que nunca foram submetidos a quaisquer exames médicos pela PSP. Já em 2011, a ASPP/PSP apresentou uma queixa na Organização Internacional do Trabalho, tendo esta instado o MAI a pronunciar-se. Dessa intervenção, o Ministério solicitou um estudo à Direcção Nacional da PSP, que, pelo menos até hoje, continua a não ser conhecido.

 

Da discussão no Parlamento, além de toda a irrealidade da mensagem, resultou que a maioria dos deputados menosprezaram um problema grave que se vive na Instituição, ao nível das condições de trabalho, saúde e da própria via dos Profissionais.

 

Ficará mal, de agora em diante, a alguns deputados e ao governo lamentar quando surgem situações dramáticas de morte ou invalidez em serviço na PSP.

 

ASPP/PSP esperava mais sentido de responsabilidade de alguns partidos e deputados. No entanto, a luta pela criação de legislação de Saúde e Segurança no Trabalho na PSP irá continuar, institucionalmente e não só, até que seja feita justiça para com os Profissionais.

A DIREÇÃO DA ASPP/PSP