CM 

Curtos momentos

Temos trazido a público situações que se prendem com as condições de trabalho dos polícias, não só ao nível das instalações, mas também de equipamentos.
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No decorrer dos trágicos acontecimentos verificados em França, vimos, como não poderia deixar de ser, o nosso País levantar-se contra os atentados que vitimaram, infelizmente, vários cidadãos, entre jornalistas e polícias. Mas neste momento delicado e importante de solidariedade, de revolta e firmeza contra aqueles que pretendem eliminar direitos fundamentais, vimos algumas personalidades do nosso País defenderem esse direito como se fosse o grande propósito das suas vidas. Não poderia ser de outra forma. No entanto, é de lamentar que estas atitudes só se revelem após estes acontecimentos dramáticos e sejam rapidamente esquecidas.

Todos os dias assistimos a ataques ao direito de liberdade de expressão, até mesmo na Polícia, onde florescem os tiques ditatoriais e não vemos nenhuma preocupação. Será necessário deixar que a violência extrema e as atitudes radicais sejam a única forma de alerta? Será necessário morrerem pessoas para que se defendam verdadeiramente os princípios de liberdade?


 

Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia