Negociar o Acordo
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Recentemente, foram veiculados pela comunicação social diversos anúncios do Governo relativamente à gestão estratégica da PSP.
Para além das várias promessas para aeroportos, autarquias, pré-aposentação, etc., recuperam-se, entre outros temas (na retórica) velhas questões como o encerramento de esquadras, a substituição de polícias por pessoal civil.
A par de outros anúncios anteriores — como a alteração dos critérios de admissão, as esquadras móveis, a habitação para acomodar polícias em Lisboa ou os polícias nas juntas de freguesia —, parece evidente que nada disso resolve a questão central da instituição.
Dia 1 de junho retomam-se as negociações diretas com o Governo relativas ao acordo celebrado em 2024, onde o sindicato a que presido estipulou como prioridades absolutas: a valorização remuneratória justa, a reestruturação dos suplementos e a adaptação do estatuto profissional.
Da nossa parte, são estas as opções necessárias para alterar o paradigma atual, e será este o mote da nossa intervenção. Para patrocinar as "distrações" que os sucessivos governos criam, não contem connosco.
Quando for para uma reestruturação da PSP séria, estruturada e efetiva, contém também connosco; mas, neste momento, temos algo crucial e pendente por resolver — O Acordo.
Paulo Santos
CM
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